sábado, 23 de abril de 2016

SEMANA LITERÁRIA 2016 - ÁLBUM

Os alunos que quiserem completar sua página, podem copiar os links e as imagens postadas.
Filme do 6ºA.
https://www.youtube.com/watch?v=jsHYQ4zEz_Q&feature=youtu.be
Filme do 6ºB.
https://www.youtube.com/watch?v=0PcUtAdJTCw



















quarta-feira, 13 de abril de 2016

OS MENINOS DA PLANÍCIE DE CÁSTOR CARTELLI

Já iniciamos a leitura do nosso segundo livro da etapa.
Você pode emprestar o livro da biblioteca ou adquiri-lo de outra forma. O importante é ler mais esta aventura e ver a importância dos nossos antepassados para a nossa vida.
O livro foi reeditado. A edição antiga também continua válida.
Modificaram a ilustração, o texto é o mesmo.
Boa leitura!
convite-meninos planicie-webmeninos-planicie.jpg

domingo, 10 de abril de 2016

AGRADECIMENTO

Queridos alunos.
Parabéns pela belíssima semana!
Tenho certeza que, os bons momentos vividos durante os eventos da Semana Literária, não serão esquecidos.
Vocês foram verdadeiros artistas.
Registrem no blog individual o que vocês conseguiram fotografar e deixem, por escrito, as respectivas explicações.
Aproveitem para deixar a página inédita.
 Mais uma vez, parabéns e muito obrigada pelo empenho e dedicação.

domingo, 3 de abril de 2016

SEMANA LITERÁRIA - 2016 -

Iniciamos a nossa tão esperada Semana Literária.
Os momentos de preparação foram intensos  E a participação de todos vocês, em cada etapa, foi muito importante
Iniciamos com a leitura do livro de Ziraldo "Os Meninos Morenos" e a releitura da obra através do olhar de  Lasar Segal. Português/ Artes. 
Trabalhamos alguns poemas de Manoel de Barros, estudamos sobre sua vida e obra e apresentaremos, num teatro, os poemas escolhidos.
Escolhemos trechos de poemas, frases e pensamentos de Manoel para confecção de cartões.
Fizemos dobraduras de pássaros ( origamis) com a professora Nélia que estarão instalados no terceiro andar com os trabalhos de Cesar.
E, foi sensacional, a oficina de tecido. Tenho certeza que vocês curtiram cada pontinho dado para formar o pássaro de pano. Agradecemos a Silvia pela iniciativa, preparação e execução da oficina e a Cátia pelo carinho e acompanhamento dos trabalhos.
Ficou na responsabilidade dos sextos anos a instalação artística da portaria, do corredor no terceiro andar e da apresentação do teatro.
É muito importante ressaltar que o nome  "Crianceiras" foi emprestado da obra musical de Marcio De Camillo, autor do CD  Crianceiras. Acredito que ficou muito apropriado para resumir nossos trabalhos. Recebemos, do autor, autorização para o uso do termo.
Parabéns,sextos anos, pelo empenho e pelo desejo de fazer bem cada atividade!

Orientações importantes:
Vocês deverão vir vestidos de "criança" no dia do teatro da sua turma. Sexto A, terça-feira e sexto B, quinta- feira. Deverão trazer o uniforme para ser usado durante as aulas..

Veja no link mais sobre a obra de Mário De Camillo
https://drive.google.com/file/d/0B-2cAuxAXhbRUHBQWVZEc0lab21yUTFFUHl4SGRiOXhGNWxZ/view?usp=gmail

sábado, 2 de abril de 2016

VARIEDADE LINGUÍSTICA

Assista ao vídeo e deixe seu comentário.
Não se esqueça de deixar sua assinatura.https://www.youtube.com/watch?v=2oUu78hJ5rs

terça-feira, 29 de março de 2016

VARIEDADE LINGUÍSTICA - PLATAFORMA DO LETRAMENTO - UFMG

VARIEDADE LINGUÍSTICA
Os diversos modos de falar do povo brasileiro conferem as sonoridades, as cores e os sabores da língua, que está em constante transformação, de acordo com a dinâmica sociocultural. Um dos recursos que mais movimentam o idioma é o neologismo, palavra ou expressão que se introduz ou tenta se introduzir na língua, ou ainda confere novos sentidos a palavras já existentes.

As gírias são neologismos empregados por grupos que têm em comum a profissão, a idade, a classe social ou a região, com o objetivo de criar uma identidade linguística, facilitando a comunicação entre os pares e excluindo os que não pertencem àquela comunidade. Existem gírias típicas de determinado local ou região. Segundo João Bosco Serra e Gurgel, autor do Dicionário de gíria: modismo linguístico, o equipamento falado do brasileiro (7. ed. Brasília, 2005), “os regionalismos são os maiores tributários das gírias”.

A gíria que o nosso morro criou Durante muito tempo, as gírias eram condenadas ao papel de vilã do bem falar, associadas à marginalidade. Ao longo da Colônia e do Império, muitos termos foram criados para possibilitar a comunicação entre os escravizados sem que os senhores tivessem conhecimento do que se tratava. O escritor Plácido de Abreu, no prefácio de seu romance Os capoeiras (1886), transcreve um glossário da gíria corrente nesses grupos. “Alfinete”, por exemplo, significava faca, "alto da sinagoga", rosto ou cabeça, e "desgalhar" é fugir da polícia.

Na cidade do Rio de Janeiro no início do século XX, por exemplo, as gírias eram associadas à malandragem. Nas canções eternizadas por Moreira da Silva, o Kid Morengueira, encontramos várias dessas expressões, como “vagulino” (vagabundo), “desguiar na carreira” (fugir correndo), “entregador” (delator).

Há também gírias características de uma geração, muitas vezes empregadas por adolescentes como uma forma de se distinguir dos mais jovens e dos mais velhos. Como observa o sociolinguista Anthony Julius Naro, gírias adquiridas nesse período continuam sendo empregadas ao longo da vida, como marca da juventude.

Hoje a gíria ganhou espaço na publicidade, no jornalismo, na política e até na literatura. A TV, o rádio e, mais recentemente, a internet aceleram a divulgação de modismos linguísticos, que ultrapassam o contexto em que foram criados, tornando-se nacionais e muitas vezes internacionais. É o caso de “shippar”, neologismo derivado do inglês relationship, que significa aprovar um novo casal, de amigos ou de namorados, geralmente relacionado a personagens de séries e novelas, ou a ídolos adolescentes. A internet é um espaço muito produtivo nesse sentido. Termos como “miga”, designando pessoa de qualquer sexo e idade, e “falsiane”, rótulo para o(a) falso(a) amigo(a), transpõem a web e invadem a fala de crianças, jovens e adultos. 

Pensando na capacidade criativa das gírias, a Plataforma do Letramento lança o desafio. Participe postando sua gíria no mural, na parte inferior de nossa home.

“A origem da gíria está ligada ao mesmo tempo a uma forma de identificação e a uma comunicação exclusiva de determinados grupos. Este sentido vem da origem etimológica do vocábulo: ‘A palavra vem de jerga, do espanhol, que possivelmente vem do latino garrire, que significa tagarelar. Começou com os fabricantes de cesto e aqueles que trabalhavam nas coberturas dos telhados e usavam uma linguagem diferente entre si’.” Leia o artigo “O poder das gírias”, de Claudia Bojunga, publicado na Revista de História em 2011. 
Fonte: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=7598792857744542209#editor/target=post;postID=5535171085848365434

domingo, 27 de março de 2016

FELIZ TEMPO PASCOAL

Queridos alunos e alunas!
É tempo de muita esperança e muita paz.
Construimos nossos dias e nossas relações com as pessoas que nos cercam no respeito e no amor.
A grande lição de Amor nos foi dada no Mistério da Morte e Ressurreição de Jesus.